
A história conta o regresso de um homem (Casey Affleck) à sua cidade natal depois do irmão ter morrido. Admito que nos primeiros quinze minutos a personagem principal estava-me a irritar e só pensava "ele só pode ter uma deficiência social" mas depois lá percebi a razão pela qual ele era assim. Calma, não vou dar spoilers nenhuns, mas foi nessa altura que o filme finalmente teve alguma emoção (pelo menos aos meus olhos claro).
Apesar de não ter gostado da história e de definitivamente não recomendar este filme, consigo perceber que o Casey Affleck faz um papelão! Mas, não consigo aprecia-lo a 100% porque só penso que ele é um agressor sexual. Sim, para quem não sabe, em 2010 duas mulheres que trabalhavam com ele no filme independente I'm Still Here acusaram-no de assédio sexual e de depreciação. Como se isto não fosse mau o suficiente, uma cinegrafista acusou-o de ter entrado na cama dela sem o seu consentimento enquanto esta estava a dormir. No processo no qual ele foi acusado, estava também escrito que o Affleck mandou um colega da equipa mostrar o pénis no meio de uma cena só para uma das queixosas ficar desconfortável. Mas como sempre, nunca se culpa os homens por aquilo que fazem e ainda por cima quando são famosos, parece que o mundo fica com areia nos olhos (aka caso Johnny Depp com a Amber Heard). Anyway, isto também não é assunto para este post, talvez para outro.
Concluindo, não gostei e não recomendo. Todos os anos há alguns filmes que são nomeados para os Óscares e eu não percebo porquê, este ano, o Manchester by the Sea é um deles.